sábado, 22 de março de 2008

O mestre e o disciplo

Um certo dia um discípulo chegou para o seu mestre e perguntou:

-Mestre, por que devemos ler constantemente a Bíblia se nós não conseguimos memorizar tudo e com o tempo acabamos esquecendo tudo que lemos?

Somos obrigados a constantemente ler de novo o que já esquecemos.

O mestre não respondeu imediatamente ao seu discípulo. Ele ficou olhando para o horizonte por alguns minutos e depois ordenou ao discípulo:

-Pegue aquele cesto de junco, desça até o riacho, encha o cesto de água e traga até aqui.

O discípulo olhou pra o cesto sujo e achou muito estranha a ordem do mestre, mas, mesmo assim, obedeceu.

Pegou o cesto sujo, desceu os cem degraus da escadaria do mosteiro até o riacho, encheu o cesto de água e começou a subir de volta.

Como o cesto era todo cheio de furos, a água foi escorrendo e quando chegou até o mestre já não restava nada.

O mestre perguntou: -Então, meu filho, o que você aprendeu?

O discípulo olhou para o cesto vazio e disse, jocosamente: -Aprendi que cesto de junco não segura água.

O mestre ordenou que repetisse o processo de novo.

Quando o discípulo voltou com o cesto vazio novamente, o mestre preguntou-lhe:-Então, meu filho, e agora, o que você aprendeu?

O discípulo novamente respondeu com sarcasmo: -Que cesto furado não segura água.

O mestre, então, continuou ordenando que o discípulo repetisse a tarefa.

Depois da décima vez, o discípulo estava desesperadamente exausto de tanto descer e subir escadarias.

Porém, quando o mestre lhe perguntou de novo: -Então meu filho, o que você aprendeu?

O discípulo, olhando para dentro do cesto, percebeu admirado: -O cesto está limpo! Apesar de não segurar a água, a repetição constante de encher o cesto acabou por lavá-lo e deixá-lo limpo. O mestre, por fim, concluiu:



-Não importa que você não consiga decorar todas as passagens da Bíblia que você lê, o que importa na verdade, é que através deste processo maravilhoso a sua mente e a sua vida ficam limpas, diante do poder da palavra, porque a FÉ vem pelo ouvir, e ao ouvir praticar, tendo como resultado um milagre DIVINO em sua vida, tornando-o a imagem e semelhança de CRISTO!

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Perguntei a um sábio ,
a diferença que havia
entre amor e amizade,
ele me disse essa verdade...
O Amor é mais sensível,
a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas ,
a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.
O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida
companheira.
Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do seu coração.
William J. Bennett

"Sao pequenos acontecimentos diarios que torna a vida espetacular"

Shakespeare

sábado, 29 de setembro de 2007

O Mundo Gira - Jammil e Uma Noites

"Não vou mais te ligar
Você quem assim quis
Não vou te procurar
Eu vou embora
Vou ser feliz
Sigo sozinho
O meu caminho

As ondas quebram no mar
As coisas mudam de lugar
O mundo gira
E não precisa de você para girar

Tudo bem
Farei feliz pra sempre outra pessoa
A vida segue em frente vai na boa
O tempo ajuda a gente a esquecer"

Te Quis Assim

Te Quis Assim
lyrics
Levanta e venha o sol raiar
Toda certeza eu quero te dar
Não vai ser em vão
Então, quero te provar

A tua luz(sol) vem abençoar
Iluminando só pra te ligar
Que não foi tão assim,
Agora vem me perdoar.

Eu te quis assim,
Eu te quero assim, (Eu te quero bem)
Tão distante de mim
Sei que vai ficar, se não me procurar
Tarde demais vai estar.

Agora estou a me procurar
Até achar um caminho, um lugar
Que eu fique em paz até a noite clarear

Não vou mais te realizar
Nem ajudar você se enchergar
Cansei de tudo que irá me desgastar

Eu te quis assim,
Eu te quero assim,
Tão distante de mim
Sei que vai ficar, se não me procurar...

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Nem tudo sai como planejamos...

Quantas vezes você andava na rua e sentiu um perfume e lembrou de alguém que gosta muito?
Quantas vezes você olhou para uma paisagem em uma foto, e não se imaginou lá com alguém...
Quantas vezes você estava do lado de alguém, e sua cabeça não estava ali?
Alguma vez você já se arrependeu de algo que falou dois segundos depois de ter falado?
Você deve ter visto que aquele filme, que vocês dois viram juntos no cinema, vai passar na TV...
E você gelou porque o bom daquele momento já passou...
E aquela música que você não gosta de ouvir porque lembra algo ou alguém que você quer esquecer mas não consegue?
Não teve aquele dia em que tudo deu errado, mas que no finzinho aconteceu algo maravilhoso?
E aquele dia em que tudo deu certo, exceto pelo final que estragou tudo?
Você já chorou por que lembrou de alguém que amava e não pôde dizer isso para essa pessoa?
Você já reencontrou um grande amor do passado e viu que ele mudou?
Para essas perguntas existem muitas respostas...
Mas o importante sobre elas não é a resposta em si...
Mas sim o sentimento...
Todos nós amamos, erramos ou julgamos mal...
Todos nós já fizemos uma coisa quando o coração mandava fazer outra...
Então, qual a moral disso tudo?
Nem tudo sai como planejamos portanto, uma coisa é certa...
Não continue pensando em suas fraquezas e erros, faça tudo que puder para ser feliz hoje!
Não deite com mágoas no coração.
Não durma sem ao menos fazer uma pessoa feliz!
E comece com você mesmo!!!

Estar sozinho...

Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio.
As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.
O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos...
Individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer!
O amor romântico diz que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.
Muitas vezes acontece a despersonalização quase sempre da mulher.
Ela se abandona para se amalgamar ao homem.
A palavra de ordem deste século é parceria.
Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo.
Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas.
Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras.
O homem é um animal que vai mudando o mundo e depois tem de ir se reciclando para se adaptar ao mundo que fabricou.
Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo.
O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.
A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado.
Quer a aproximação de dois inteiros e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade.
Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.
A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.
Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado.
Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo.
Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável.
Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém.
Algumas vezes, você tem de aprender a perdoar a si mesmo...

Autoria de Flávio Gikovate